
Lendo a matéria da UNICEF que virá abaixo (1 Bilhão de Crianças com Fome), me veio imediatamente à cabeça a imagem acima. Acho que a primeira vez que a vi, eu tinha mais ou menos 15 anos.
Eu poderia dizer até.......talvez.........que tenha mudado um pouco minha cabeça depois disso......
Somos o abutre ou somos a criança?...........
Somos o abutre ou somos a criança?...........
Alguém já parou pra calcular - na ponta do lápis, mesmo - quanto se gasta (pode ser em bilhões de dólares mesmo) em defesa e armamento comparado com quanto se gasta no mundo com educação, lazer e cultura?
Será que algum dia REALMENTE encontraremos uma solução sustentável do mundo de hoje?
Polícia..........mas pra que MERDA serve a polícia, se não investirmos sempre mais em educação?Como querem eliminar o terrorismo se AINDA existe, em pleno século da robótica, astronaútica, informáticas e outros "aticas" e "ismos". Como é que pode haver TANTA, repito: TANTA criança largada no mundo ainda?
Esse é um problema mundial, mas, principalmente no Brasil (e na África) o que assusta é a falta de compromisso em resolver um problema que há muito incomoda e MUITO: crianças abandonadas, seja pelo que for.
E pior: existem TANTOS pais por aí, desesperados porque não conseguem consagrar sua família com a benção de uma criança e, com muita coragem, aceita o desafio de adotar uma criança. São MUITOS. No Brasil, a maldita burocracia cega prefere perder 10, 20, 30 anos e esperar a criança abandonada se inveterar pelo caminho do crime, da corrupção, e então combatê-la do que acelerar o processo e realizar o "casamento" de quem precisa ser adotado com aqueles que de coração gostariam de se doar e aceitar uma criança que não é oriunda de seu seio. O que não diminui em nada a certeza de que um casal que procura a adoção saberia criar esta criança melhor, muito melhor que as ruas e seus professores.
Não há cegueira pior que a corrupção seguida de incompetência.
E nesta terra, não tem aids, dengue ou febre amarela que mate mais que essa doença desgraçada chamada corrupção.
Quem sabe um dia nossos "governantes" abram o olho e vejam o que REALMENTE precisa ser feito. E rápido. Ou nos reunirmos civil, porém militarmente, para ARRANCAR seus olhos com nossas próprias mãos?......fica aí a sugestão....Código de Hamurabi no Brasil seria fantástico..
Bom, a seguir, a comprovação via UNICEF.
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09 de dezembro, 2004 - 10h59 GMT (08h59 Brasília)Claudia Silva Jacobs
Fome, Aids e guerras atingem 1 bilhão de crianças, diz Unicef
Problemas como a fome, a pobreza, a Aids e os conflitos armados atingem mais de 1 bilhão de crianças em todo o mundo, segundo o relatório anual do Unicef, O Estado da Criança no Mundo 2005, lançado nesta quinta-feira.
O documento afirma que milhões de crianças no planeta estão perdendo a infância por causa das más condições de vida.
De acordo com os autores do relatório, as imagens da infância são duras em diferentes partes do mundo: "Garotos e garotos (estão) catando comida em montes de lixo em Manila, (sendo) forçadas a carregar uma (metralhadora) AK-47 pela floresta na República Democrática do Congo, (sendo) forçadas a se prostituir nas ruas de Moscou, pedindo comida no Rio de Janeiro ou (são) órfãs da Aids em Botsuana".
O trabalho diz que, desde a adoção da Convenção do Direito das Crianças, alguns dados sobre as condições das crianças no mundo "vêm melhorando".
Mas o relatório mostra que, apesar das melhoras, algumas metas traçadas pelo Unicef em conjunto com 190 países no projeto Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para 2015 não devem ser alcançadas caso os padrões atuais não mudem.
O documento afirma que milhões de crianças no planeta estão perdendo a infância por causa das más condições de vida.
De acordo com os autores do relatório, as imagens da infância são duras em diferentes partes do mundo: "Garotos e garotos (estão) catando comida em montes de lixo em Manila, (sendo) forçadas a carregar uma (metralhadora) AK-47 pela floresta na República Democrática do Congo, (sendo) forçadas a se prostituir nas ruas de Moscou, pedindo comida no Rio de Janeiro ou (são) órfãs da Aids em Botsuana".
O trabalho diz que, desde a adoção da Convenção do Direito das Crianças, alguns dados sobre as condições das crianças no mundo "vêm melhorando".
Mas o relatório mostra que, apesar das melhoras, algumas metas traçadas pelo Unicef em conjunto com 190 países no projeto Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para 2015 não devem ser alcançadas caso os padrões atuais não mudem.
Doenças
O Unicef diz que cerca de 29 mil crianças morrem todos os dias de doenças de fácil tratamento, como diarréia, desidratação ou malária.
As crianças são apontadas também como grandes vítimas das guerras. De acordo com os dados, desde 1990, 3,6 milhões de pessoas morreram em conseqüência direta de conflitos. Deste total, 45% eram crianças.
O documento também alerta para o fato de que centenas de milhares de crianças são vítimas das mais variadas formas de violência, dentro de suas casas até nos campos de batalha – e o número de crianças atingidas pela violência vem crescendo.
Cerca de 50% das crianças nos países em desenvolvimento vivem em condições abaixo do mínimo esperado, segundo padrões estabelecidos pelo Unicef.
Mais de uma em cada três crianças moram em casas com mais de cinco pessoas por cômodo ou com piso de terra batida.
Cerca de 25% das crianças no mundo, ou 400 milhões, não tem acesso à água limpa nos países em desenvolvimento. Uma em cada sete crianças não tem acesso a qualquer tipo de assistência médica.
O relatório também mostra que mais de 16% das crianças com menos de cinco anos não se alimentam adequadamente, e 13% das crianças que vivem nos países em desenvolvimento nunca pisaram em uma sala de aula.
América Latina
Entre os dados específicos sobre a América Latina, o documento mostra que 21% das crianças e jovens com menos de 18 anos vivem em casas sem as condições mínimas estipuladas pela organização, como acesso a água potável ou a serviços básicos de saúde.
A área mais crítica é a África Subsaariana. Na região, 64% das crianças vivem em condições precárias: 29% das crianças não têm acesso a serviços básicos sanitários, como banheiros e mais da metade das crianças não tem acesso a água potável ou precisam caminhar pelo menos 15 minutos para abastecer suas casas.
Outro problema grave na região é a precariedade no atendimento médico. De acordo com o relatório, 24% vivem sem qualquer acesso a esses serviços.
Nos países em desenvolvimento, 300 milhões de crianças não têm acesso a informação, como televisão, rádio, jornais ou telefone.
No relatório, o Unicef alerta para o fato de que, sem acesso a informação, as crianças terão dificuldades em estar a par de seus direitos.
O documento também destaca que milhares de crianças estão expostas a epidemias como a da Aids ou a Malária, doença que mais mata crianças.
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NOTA: Só pra ratificar: o que mata essas crianças não são as epidemias, AIDS, malária, dengue, etc...é o colarinho branco.
O Unicef diz que cerca de 29 mil crianças morrem todos os dias de doenças de fácil tratamento, como diarréia, desidratação ou malária.
As crianças são apontadas também como grandes vítimas das guerras. De acordo com os dados, desde 1990, 3,6 milhões de pessoas morreram em conseqüência direta de conflitos. Deste total, 45% eram crianças.
O documento também alerta para o fato de que centenas de milhares de crianças são vítimas das mais variadas formas de violência, dentro de suas casas até nos campos de batalha – e o número de crianças atingidas pela violência vem crescendo.
Cerca de 50% das crianças nos países em desenvolvimento vivem em condições abaixo do mínimo esperado, segundo padrões estabelecidos pelo Unicef.
Mais de uma em cada três crianças moram em casas com mais de cinco pessoas por cômodo ou com piso de terra batida.
Cerca de 25% das crianças no mundo, ou 400 milhões, não tem acesso à água limpa nos países em desenvolvimento. Uma em cada sete crianças não tem acesso a qualquer tipo de assistência médica.
O relatório também mostra que mais de 16% das crianças com menos de cinco anos não se alimentam adequadamente, e 13% das crianças que vivem nos países em desenvolvimento nunca pisaram em uma sala de aula.
América Latina
Entre os dados específicos sobre a América Latina, o documento mostra que 21% das crianças e jovens com menos de 18 anos vivem em casas sem as condições mínimas estipuladas pela organização, como acesso a água potável ou a serviços básicos de saúde.
A área mais crítica é a África Subsaariana. Na região, 64% das crianças vivem em condições precárias: 29% das crianças não têm acesso a serviços básicos sanitários, como banheiros e mais da metade das crianças não tem acesso a água potável ou precisam caminhar pelo menos 15 minutos para abastecer suas casas.
Outro problema grave na região é a precariedade no atendimento médico. De acordo com o relatório, 24% vivem sem qualquer acesso a esses serviços.
Nos países em desenvolvimento, 300 milhões de crianças não têm acesso a informação, como televisão, rádio, jornais ou telefone.
No relatório, o Unicef alerta para o fato de que, sem acesso a informação, as crianças terão dificuldades em estar a par de seus direitos.
O documento também destaca que milhares de crianças estão expostas a epidemias como a da Aids ou a Malária, doença que mais mata crianças.
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NOTA: Só pra ratificar: o que mata essas crianças não são as epidemias, AIDS, malária, dengue, etc...é o colarinho branco.
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